Um dia, foi perguntado ao Dr. Bezerra de Menezes, qual foi a sua maior felicidade quando chegou ao plano espiritual.
Ele respondeu:
- A minha maior felicidade, foi quando Celina, a mensageira de Maria Santíssima, se aproximou do leito em que eu ainda estava dormindo, e, tocando-me, falou, suavemente:
- Bezerra, acorde, Bezerra!
Abri os olhos e vi-a,
bela e radiosa.
- Minha filha, é você, Celina?!
- Sim, sou eu, meu amigo.
A Mãe de Jesus pediu-me que
lhe dissesse que você já se encontra na Vida Maior,
havendo atravessado a porta da imortalidade.
Agora, Bezerra, desperte feliz.
Chegaram os meus familiares, os companheiros queridos das hostes espíritas que me vinham saudar.
Mas, eu ouvia um murmúrio,
que me parecia vir de fora.
Então, Celina, me disse:
- Venha ver, Bezerra.
Ajudando-me a erguer-me do leito, amparou-me até uma sacada, e eu vi, uma multidão que me acenava, com ternura e lágrimas nos olhos.
- Quem são, Celina?
perguntei-lhe ?
- não conheço a ninguém.
Quem são?
São aqueles a quem você consolou, sem nunca perguntar-lhes o nome. São aqueles Espíritos atormentados, que chegaram às sessões mediúnicas e a sua palavra caiu sobre eles como um bálsamo numa ferida em chaga viva; são os esquecidos da Terra, os destroçados do mundo,
a quem você estimulou e guiou.
São eles, que o vêm saudar no pórtico da eternidade...
E o Dr. Bezerra concluiu:
A felicidade existe,
como decorrência do bem que
fazemos, das lágrimas que enxugamos,
das palavras que semeamos no caminho,
para atapetar a senda que um dia percorreremos.
Extraído do Livro
“O Semeador de Estrelas"
de Suely Caldas Schubert.
sábado, 4 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Cientistas preveem tratamento eficaz para o Alzheimer em 5 anos
Cientistas preveem tratamento eficaz para o Alzheimer em 5 anos
01 de junho de 2011 • 17h00 • atualizado às 18h15 Comentários
Notícia
Reduzir Normal Aumentar Imprimir Dentro de uns cinco anos haverá um tratamento eficaz para o
Dentro de uns cinco anos haverá um tratamento eficaz para o mal de Alzheimer, que devolveria as faculdades mentais às pessoas acometidas pela doença, que atinge um terço dos maiores de 85 anos no mundo, afirmaram cientistas.
"Penso que estamos quase prontos para fazê-lo (ter um tratamento eficaz), acho que em cinco ou seis anos" existirá, disse à AFP o cientista japonês Kiminobu Sugaya, que participou no Panamá de uma "Conferência Internacional sobre Novas Descobertas do Cérebro".
Os cientistas correm contra o tempo para encontrar um tratamento para esta doença neurológica que leva à perda progressiva da memória e da linguagem, e para a qual não há cura por enquanto.
Há estudos muito avançados que demonstram que aumentando o número de células no cérebro de um paciente é possível deter o Alzheimer, explicou Sugaya, professor de neurociência da Universidade Central da Flórida, nos Estados Unidos.
Para isto são necessárias células-tronco, tiradas da etapa pré-natal de uma pessoa, que teriam que ser transplantadas ao paciente caso ele padeça de Alzheimer.
"Se se aumenta o número de células (no cérebro do paciente) é possível deter a doença", explicou Sugaya, que estuda este mal há quatro décadas.
O objetivo é que as células-tronco se transformem em neurônios saudáveis, que substituam os neurônios doentes, algo que Sugaya disse ter testado com sucesso em ratos.
"O grande desafio na próxima etapa é ter remédios que detenham a doença e impeçam o acúmulo da toxina beta-amiloide no cérebro", disse à AFP Daniel Chain, presidente da empresa americana Intellect Neurosciences Inc., dedicada ao estudo do Alzheimer.
A beta-amiloide é uma proteína que se acumula no cérebro dos doentes de Alzheimer, criando uma espécie de emaranhado que dificulta a comunicação entre as células, explicou.
"Penso que dentro de cinco anos haverá remédios no mercado" para reverter o Alzheimer, disse Chain, explicando que eles não só deteriam o avanço da doença, como também poderiam restaurar os danos no cérebro do paciente.
"Nenhum dos fármacos que estão disponíveis hoje no mercado são eficazes contra a doença", acrescentou o especialista americano.
Os medicamentos "são administrados (ao paciente) para melhorar sua vida diária, mas não estão fazendo nada no cérebro para retardar o avanço do mal", reforçou a cientista panamenha Gabrielle Britton.
"O maior desafio agora é poder identificar um biomarcador (uma proteína ou um gene) que nos permita poder dizer, ''esta pessoa vai ter Alzheimer'', para lidar com a doença desde cedo", acrescentou Britton, pesquisadora do Centro de Neurociências do Panamá.
Os especialistas asseguram que o Alzheimer têm um componente genético em 10% dos casos.
Segundo afirmou Britton, metade dos maiores de 85 anos no mundo sofrem de algum tipo de demência e a mais comum entre elas é o mal de Alzheimer.
A doença deve seu nome ao psiquiatra e neurologista alemão Alois Alzheimer (1984-1915), que no começo do século XX identificou seus sintomas e a degeneração que causa no cérebro.
jjr/mvv
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5161964-EI8147,00-Cientistas+preveem+tratamento+eficaz+para+o+Alzheimer+em+anos.html
01 de junho de 2011 • 17h00 • atualizado às 18h15 Comentários
Notícia
Reduzir Normal Aumentar Imprimir Dentro de uns cinco anos haverá um tratamento eficaz para o
Dentro de uns cinco anos haverá um tratamento eficaz para o mal de Alzheimer, que devolveria as faculdades mentais às pessoas acometidas pela doença, que atinge um terço dos maiores de 85 anos no mundo, afirmaram cientistas.
"Penso que estamos quase prontos para fazê-lo (ter um tratamento eficaz), acho que em cinco ou seis anos" existirá, disse à AFP o cientista japonês Kiminobu Sugaya, que participou no Panamá de uma "Conferência Internacional sobre Novas Descobertas do Cérebro".
Os cientistas correm contra o tempo para encontrar um tratamento para esta doença neurológica que leva à perda progressiva da memória e da linguagem, e para a qual não há cura por enquanto.
Há estudos muito avançados que demonstram que aumentando o número de células no cérebro de um paciente é possível deter o Alzheimer, explicou Sugaya, professor de neurociência da Universidade Central da Flórida, nos Estados Unidos.
Para isto são necessárias células-tronco, tiradas da etapa pré-natal de uma pessoa, que teriam que ser transplantadas ao paciente caso ele padeça de Alzheimer.
"Se se aumenta o número de células (no cérebro do paciente) é possível deter a doença", explicou Sugaya, que estuda este mal há quatro décadas.
O objetivo é que as células-tronco se transformem em neurônios saudáveis, que substituam os neurônios doentes, algo que Sugaya disse ter testado com sucesso em ratos.
"O grande desafio na próxima etapa é ter remédios que detenham a doença e impeçam o acúmulo da toxina beta-amiloide no cérebro", disse à AFP Daniel Chain, presidente da empresa americana Intellect Neurosciences Inc., dedicada ao estudo do Alzheimer.
A beta-amiloide é uma proteína que se acumula no cérebro dos doentes de Alzheimer, criando uma espécie de emaranhado que dificulta a comunicação entre as células, explicou.
"Penso que dentro de cinco anos haverá remédios no mercado" para reverter o Alzheimer, disse Chain, explicando que eles não só deteriam o avanço da doença, como também poderiam restaurar os danos no cérebro do paciente.
"Nenhum dos fármacos que estão disponíveis hoje no mercado são eficazes contra a doença", acrescentou o especialista americano.
Os medicamentos "são administrados (ao paciente) para melhorar sua vida diária, mas não estão fazendo nada no cérebro para retardar o avanço do mal", reforçou a cientista panamenha Gabrielle Britton.
"O maior desafio agora é poder identificar um biomarcador (uma proteína ou um gene) que nos permita poder dizer, ''esta pessoa vai ter Alzheimer'', para lidar com a doença desde cedo", acrescentou Britton, pesquisadora do Centro de Neurociências do Panamá.
Os especialistas asseguram que o Alzheimer têm um componente genético em 10% dos casos.
Segundo afirmou Britton, metade dos maiores de 85 anos no mundo sofrem de algum tipo de demência e a mais comum entre elas é o mal de Alzheimer.
A doença deve seu nome ao psiquiatra e neurologista alemão Alois Alzheimer (1984-1915), que no começo do século XX identificou seus sintomas e a degeneração que causa no cérebro.
jjr/mvv
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5161964-EI8147,00-Cientistas+preveem+tratamento+eficaz+para+o+Alzheimer+em+anos.html
Mínimo nacional deveria ser de R$ 2.293,31
Negócio & Carreira - 03/06/2011 - 12:12 - Atualizado em 03/06/2011 - 12:12 - ÉPOCA
Mínimo nacional deveria ser de R$ 2.293,31
Pesquisa realizada pelo Dieese aponta que o aumento expressivo da cesta básica em 16 capitais brasileiras tem encarecido o custo de vida. Trabalhador precisaria ganhar 4,21 vezes o valor do mínimo em vigor
Redação ÉPOCA, com agências
Nova pesquisa divulgada nesta sexta-feira (3) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou que o salário mínimo ideal no Brasil deveria ser de R$ 2.293,31. O estudo tomou como base o preço da cesta básica de São Paulo (R$ 272,98), a mais cara entre as 17 cidades em que é feita a Pesquisa Nacional da Cesta Básica.
O valor é referente ao que o trabalhador precisava ter ganho no mês de maio para se manter, e é 4,21 vezes superior ao valor do mínimo em vigor - R$ 545,00. Em abril, o piso mínimo estimado era de R$ 2.255,84. Em maio do ano passado, o mínimo deveria ter correspondido a R$ 2.157,88, ou 4,23 vezes o valor do salário oficial então vigente (R$ 510,00).
A jornada de trabalho que o trabalhador precisou cumprir para adquirir uma cesta básica em maio foi de 95 horas e 16 minutos. O tempo é menor que o registrado no mesmo mês de 2010 (97 horas e 39 minutos), mas supera as 94 horas e 41 minutos de abril.
Quando se considera o porcentual do salário mínimo líquido gasto com a cesta, após a dedução da parcela referente à Previdência Social, também é possível notar um pequeno aumento, em maio (47,07%), em relação ao comprometido em abril (46,78%). Em maio de 2010, o custo da cesta representava 48,24% do mínimo líquido.
Cesta básica
No acumulado de janeiro a maio deste ano, a cesta básica registra alta de preço em 16 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. A única cidade a apresentar queda nestes cinco meses foi Manaus, onde a fração mínima essencial fechou com queda de 2,59%. As maiores variações positivas foram registradas em Vitória (7,68%), Rio de Janeiro (7,14%), Florianópolis (7,13%), Brasília (6,53%), Aracaju (6,13%) e Fortaleza (6,01%).
Nos últimos 12 meses - de junho de 2010 a maio deste ano - Fortaleza (17,38%) apresentou a maior variação para o conjunto dos produtos, seguida por Goiânia (13,34%), Rio de Janeiro (8,17%) e Florianópolis (8,15%). Ao longo deste período, dentre as quatro cidades com variações negativas, as com maiores quedas foram Salvador (-6,37%) e Recife (-4,24%).
No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, 16 cidades apresentam elevação nos valores cobrados pela cesta básica. Os maiores aumentos foram verificados em Vitória (7,68%), no Rio de Janeiro (7,14%), em Florianópolis (7,13%), em Brasília (6,53%), em Aracaju (6,13%) e em Fortaleza (6,01%). A única queda ocorreu em Manaus (-2,59%).
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI238477-15259,00-MINIMO+NACIONAL+DEVERIA+SER+DE+R.html
Mínimo nacional deveria ser de R$ 2.293,31
Pesquisa realizada pelo Dieese aponta que o aumento expressivo da cesta básica em 16 capitais brasileiras tem encarecido o custo de vida. Trabalhador precisaria ganhar 4,21 vezes o valor do mínimo em vigor
Redação ÉPOCA, com agências
Nova pesquisa divulgada nesta sexta-feira (3) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou que o salário mínimo ideal no Brasil deveria ser de R$ 2.293,31. O estudo tomou como base o preço da cesta básica de São Paulo (R$ 272,98), a mais cara entre as 17 cidades em que é feita a Pesquisa Nacional da Cesta Básica.
O valor é referente ao que o trabalhador precisava ter ganho no mês de maio para se manter, e é 4,21 vezes superior ao valor do mínimo em vigor - R$ 545,00. Em abril, o piso mínimo estimado era de R$ 2.255,84. Em maio do ano passado, o mínimo deveria ter correspondido a R$ 2.157,88, ou 4,23 vezes o valor do salário oficial então vigente (R$ 510,00).
A jornada de trabalho que o trabalhador precisou cumprir para adquirir uma cesta básica em maio foi de 95 horas e 16 minutos. O tempo é menor que o registrado no mesmo mês de 2010 (97 horas e 39 minutos), mas supera as 94 horas e 41 minutos de abril.
Quando se considera o porcentual do salário mínimo líquido gasto com a cesta, após a dedução da parcela referente à Previdência Social, também é possível notar um pequeno aumento, em maio (47,07%), em relação ao comprometido em abril (46,78%). Em maio de 2010, o custo da cesta representava 48,24% do mínimo líquido.
Cesta básica
No acumulado de janeiro a maio deste ano, a cesta básica registra alta de preço em 16 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. A única cidade a apresentar queda nestes cinco meses foi Manaus, onde a fração mínima essencial fechou com queda de 2,59%. As maiores variações positivas foram registradas em Vitória (7,68%), Rio de Janeiro (7,14%), Florianópolis (7,13%), Brasília (6,53%), Aracaju (6,13%) e Fortaleza (6,01%).
Nos últimos 12 meses - de junho de 2010 a maio deste ano - Fortaleza (17,38%) apresentou a maior variação para o conjunto dos produtos, seguida por Goiânia (13,34%), Rio de Janeiro (8,17%) e Florianópolis (8,15%). Ao longo deste período, dentre as quatro cidades com variações negativas, as com maiores quedas foram Salvador (-6,37%) e Recife (-4,24%).
No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, 16 cidades apresentam elevação nos valores cobrados pela cesta básica. Os maiores aumentos foram verificados em Vitória (7,68%), no Rio de Janeiro (7,14%), em Florianópolis (7,13%), em Brasília (6,53%), em Aracaju (6,13%) e em Fortaleza (6,01%). A única queda ocorreu em Manaus (-2,59%).
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI238477-15259,00-MINIMO+NACIONAL+DEVERIA+SER+DE+R.html
Cérebro
CIÊNCIA - 02/06/2011 - 15:41 - revista VEJA
Cérebro
Cientistas desenvolvem nova técnica para ler pensamentos
Computador é treinado para comparar padrões cerebrais associados a tarefas diárias. Técnica poderá ajudar no diagnóstico de doenças do cérebro
Cientistas estão próximos de identificar o que as pessoas estão pensando utilizando computadores, assim como no filme Minority Report, com Tom Cruise (Divulgação)
Saber o que outras pessoas estão pensando está prestes a se tornar realidade. Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um programa de computador que consegue, ainda de modo rudimentar, informar que pensamentos se passam no cérebro alheio. Os cientistas “treinaram” o sistema para identificar um mesmo padrão cerebral associado a algumas tarefas humanas. Se melhorada, a técnica poderá abrir caminho para a criação de detectores de mentiras infalíveis, enquanto a interpretação de intenções poderia permitir a polícia prender pessoas antes que elas cometam crimes, assim como no filme Minority Report, com Tom Cruise.
Os pesquisadores escanearam o cérebro de 14 voluntários enquanto executavam quatro tarefas: pensar em uma música, lembrar de acontecimentos do dia, contar números ao contrário ou simplesmente relaxar. Os padrões cerebrais de cada tarefa foram comparados a registros de outras pessoas fazendo as mesmas coisas.
Depois que o computador aprendeu o padrão de cada tarefa, os cientistas alimentaram o sistema com informações de dez novos voluntários. Em 85% dos casos, o programa conseguiu adivinhar o que estavam pensando. Os pesquisadores admitem que a tecnologia poderia ser usada para fins negativos, como invadir a 'privacidade mental' dos indivíduos. Contudo, a técnica também poderia ajudar no diagnóstico do Alzheimer, da esquizofrenia e de outras doenças do cérebro.
De acordo com os especialistas, resta saber a quantidade e qualidade da interpretação dos detalhes registrados. Cientistas procurados pelo jornal britânico Daily Mail afirmaram que é possível dizer se uma pessoa está pensando em uma música, mas é difícil distinguir se é uma canção da Lady Gaga ou outra qualquer. O uso mais importante da tecnologia, acreditam, deverá ser a classificação, diagnóstico e tratamento de doenças psiquiátricas.
Tags: cérebro, minority report, pensamento.
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/cientistas-desenvolvem-nova-tecnica-para-ler-pensamentos
Cérebro
Cientistas desenvolvem nova técnica para ler pensamentos
Computador é treinado para comparar padrões cerebrais associados a tarefas diárias. Técnica poderá ajudar no diagnóstico de doenças do cérebro
Cientistas estão próximos de identificar o que as pessoas estão pensando utilizando computadores, assim como no filme Minority Report, com Tom Cruise (Divulgação)
Saber o que outras pessoas estão pensando está prestes a se tornar realidade. Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um programa de computador que consegue, ainda de modo rudimentar, informar que pensamentos se passam no cérebro alheio. Os cientistas “treinaram” o sistema para identificar um mesmo padrão cerebral associado a algumas tarefas humanas. Se melhorada, a técnica poderá abrir caminho para a criação de detectores de mentiras infalíveis, enquanto a interpretação de intenções poderia permitir a polícia prender pessoas antes que elas cometam crimes, assim como no filme Minority Report, com Tom Cruise.
Os pesquisadores escanearam o cérebro de 14 voluntários enquanto executavam quatro tarefas: pensar em uma música, lembrar de acontecimentos do dia, contar números ao contrário ou simplesmente relaxar. Os padrões cerebrais de cada tarefa foram comparados a registros de outras pessoas fazendo as mesmas coisas.
Depois que o computador aprendeu o padrão de cada tarefa, os cientistas alimentaram o sistema com informações de dez novos voluntários. Em 85% dos casos, o programa conseguiu adivinhar o que estavam pensando. Os pesquisadores admitem que a tecnologia poderia ser usada para fins negativos, como invadir a 'privacidade mental' dos indivíduos. Contudo, a técnica também poderia ajudar no diagnóstico do Alzheimer, da esquizofrenia e de outras doenças do cérebro.
De acordo com os especialistas, resta saber a quantidade e qualidade da interpretação dos detalhes registrados. Cientistas procurados pelo jornal britânico Daily Mail afirmaram que é possível dizer se uma pessoa está pensando em uma música, mas é difícil distinguir se é uma canção da Lady Gaga ou outra qualquer. O uso mais importante da tecnologia, acreditam, deverá ser a classificação, diagnóstico e tratamento de doenças psiquiátricas.
Tags: cérebro, minority report, pensamento.
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/cientistas-desenvolvem-nova-tecnica-para-ler-pensamentos
Paleontologia
ciência - 02/06/2011 - 14:56 - revista VEJA
Paleontologia
Na pré-história, homens cuidavam do lar e mulheres iam à caça
Estudo sugere que fêmeas de duas espécies de hominídeos passavam a maior parte do tempo caçando, enquanto os machos cuidavam do lar
Nas famílias dos Australopithecus africanus, que viveram entre 3,3 e 2,4 milhões de anos atrás, as mulheres caçavam, enquanto os homens ficavam cuidando do fogo (Christian Jegou/Latinstock)
Fêmeas de duas espécies de hominídeos que viveram no sul da savana africana há mais de um milhão de anos abandonavam suas famílias e caçavam sozinhas, enquanto os parceiros machos cuidavam do fogo. A descoberta, que desafia o entendimento atual da posição social da mulher e do homem primitivo, foi publicada no periódico Nature.
Para entender como esses antigos hominídeos viviam e formavam grupos, a equipe de paleontólogos da Colorado University Boulder, dos Estados Unidos, analisou o registro dentário das espécies Australopitecos africanus e Paranthropus robustus. Ambos faziam parte de uma linhagem de parentes próximos dos humanos.
No total, 19 dentes com datas variando entre 2,7 e 1,7 milhões de anos foram analisados. Os especialistas descobriram que mais da metade dos dentes femininos veio de fora da área local de convivência da espécie, enquanto apenas 10% dos masculinos vinham de fora. Os dados sugerem que os machos cresciam e morriam no mesmo lugar.
O hábito é diferente da maioria dos primatas, incluindo gorilas, em que as fêmeas permanecem com o grupo onde nasceram e os machos partem para outros lugares. A descoberta foi uma surpresa, revelou Sandi Copeland, coordenadora da pesquisa. "Na maioria dos grupos de mamíferos, normalmente é o macho que deixa a comunidade", disse.
Tags: África, fósseis, humanidade, humanos, paleontologia.
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/na-pre-historia-lugar-de-homem-era-na-cozinha
Paleontologia
Na pré-história, homens cuidavam do lar e mulheres iam à caça
Estudo sugere que fêmeas de duas espécies de hominídeos passavam a maior parte do tempo caçando, enquanto os machos cuidavam do lar
Nas famílias dos Australopithecus africanus, que viveram entre 3,3 e 2,4 milhões de anos atrás, as mulheres caçavam, enquanto os homens ficavam cuidando do fogo (Christian Jegou/Latinstock)
Fêmeas de duas espécies de hominídeos que viveram no sul da savana africana há mais de um milhão de anos abandonavam suas famílias e caçavam sozinhas, enquanto os parceiros machos cuidavam do fogo. A descoberta, que desafia o entendimento atual da posição social da mulher e do homem primitivo, foi publicada no periódico Nature.
Para entender como esses antigos hominídeos viviam e formavam grupos, a equipe de paleontólogos da Colorado University Boulder, dos Estados Unidos, analisou o registro dentário das espécies Australopitecos africanus e Paranthropus robustus. Ambos faziam parte de uma linhagem de parentes próximos dos humanos.
No total, 19 dentes com datas variando entre 2,7 e 1,7 milhões de anos foram analisados. Os especialistas descobriram que mais da metade dos dentes femininos veio de fora da área local de convivência da espécie, enquanto apenas 10% dos masculinos vinham de fora. Os dados sugerem que os machos cresciam e morriam no mesmo lugar.
O hábito é diferente da maioria dos primatas, incluindo gorilas, em que as fêmeas permanecem com o grupo onde nasceram e os machos partem para outros lugares. A descoberta foi uma surpresa, revelou Sandi Copeland, coordenadora da pesquisa. "Na maioria dos grupos de mamíferos, normalmente é o macho que deixa a comunidade", disse.
Tags: África, fósseis, humanidade, humanos, paleontologia.
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/na-pre-historia-lugar-de-homem-era-na-cozinha
Água
Hora correta para tomar água:
Os cardiologistas confirmam!
Sabia que...
... tomar água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano?
2 copos de água depois de acordar ajuda a ativar os órgãos internos.
1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na digestão.
1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.
Os cardiologistas confirmam!
Sabia que...
... tomar água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano?
2 copos de água depois de acordar ajuda a ativar os órgãos internos.
1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na digestão.
1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
AFINIDADE
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois.
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. E o mais independente também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido. Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras, é receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Não é sentir nem sentir contra...
Nem sentir para...
Nem sentir por...
Nem sentir pelo...
Afinidade é sentir com.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber...
É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar.
É ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram, foram apenas oportunidades dadas pela vida.
Artur da Távola
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. E o mais independente também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido. Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras, é receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Não é sentir nem sentir contra...
Nem sentir para...
Nem sentir por...
Nem sentir pelo...
Afinidade é sentir com.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber...
É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar.
É ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram, foram apenas oportunidades dadas pela vida.
Artur da Távola
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