misabellC Tour

free counters

domingo, 4 de novembro de 2012

Habeas-corpus


Habeas-corpus

Noel Rosa

No tribunal da minha consciência

O teu crime não tem apelação

Debalde tu alegas inocência

Mas não terás minha absolvição

Os autos do processo da agonia

Que me causaste em troca ao bem que fiz

Correram lá naquela pretoria

Na qual o coração foi o juiz

Tu tens as agravantes da surpresa

E Também as da premeditação

Mas na minh'alma tu não ficas presa

Porque o teu caso é caso de expulsão

Tu vais ser deportada do meu peito

Porque teu crime encheu-me de pavor

Talvez o habeas-corpus da saudade

Consinta o teu regresso ao meu amor

http://www.vagalume.com.br/noel-rosa/habeas-corpus.html#ixzz2BFwePjtF

http://youtu.be/AEceQf2m7lA

 

Habeas corpus

No tribunal da minha consciência,

O teu crime não tem apelação.

Debalde tu alegas inocência,

E não terás minha absolvição.

Os autos do processo da agonia,

Que me causaste em troca ao bem que eu fiz,

Chegaram lá daquela pretoria

Na qual o coração foi o juiz.

Tu tens as agravantes da surpresa

E também as da premeditação

Mas na minh’alma tu não ficas presa

Porque o teu caso é caso de expulsão.

Tu vais ser deportada do meu peito

Porque teu crime encheu-me de pavor.

Talvez o habeas corpus da saudade

Consinta o teu regresso ao meu amor.

Orestes Barbosa e Noel Rosa

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Análise documental


No conjunto arquivístico: fatos e documentos são analisados contextualmente, a partir do bom senso do analista.

O pesquisador deve ter a consciência de que a história revelada por meio de documento existe em primeiro plano no campo real, na vida e nas ações que ocorrem  diariamente e depois pode vir a ser um documento no sentido físico.

A análise dos documentos deverá ser feita, meramente com fins de resguardar a história. O arquivamento levará em conta sua relevância para a sociedade e em especial para a instituição a qual este pertence.
A seleção do que deve ser arquivado será medida estastítica e rigorasamente de acordo com o grau de importância de seus dados, levando-se nesta análise a necessidade do arquivamento e as definições de periodicidade que definam o tempo que o documento deve ser mantido arquivado. As identificações de autoria,data, local e outras demais importantes para a localização deste documento se faz necessária. By MisabellC Canzoni

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Características de documentos oficiais

Expediente = documento oficial ---> A concisão, a clareza, a objetividade e a formalidade de que nos valemos para elaborar os expedientes oficiais contribuem, ainda, para que seja alcançada a necessária impessoalidade.
Emprego de formas de tratamento --->         Outros procedimentos rotineiros na redação de comunicações oficiais foram incorporados ao longo do tempo, como as formas de tratamento e de cortesia, certos clichês de redação, a estrutura dos expedientes, etc.
Uso de fechos ---> Mencione-se, por exemplo, a fixação dos fechos para comunicações oficiais, regulados pela Portaria no 1 do Ministro de Estado da Justiça, de 8 de julho de 1937, que, após mais de meio século de vigência, foi revogado pelo Decreto que aprovou a primeira edição deste Manual.
Fechos para Comunicações
        O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de
arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Os modelos para fecho que vinham sendo utilizados foram regulados pela Portaria no 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelecia quinze padrões. Com o fito de simplificá-los e
uniformizá-los, este Manual estabelece o emprego de somente dois fechos
diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial:
        a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:
        Respeitosamente,
        b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:
        Atenciosamente,
(Trecho extraído do Manual de Redação Oficial da Presidência da República.)
Características comuns a quase todos os tipos de documentos oficiais:
a) uso das formas de tratamento
b) uso dos fechos
c) identificação do signatário
A pessoa que fala - 1ª pessoa - Eu
A pessoa com quem se fala - 2ª pessoa - Tú
A pessoa de quem se fala - 3[ pessoa - Ele
1ª______________  2ª
Eu                           Tú
A concordância verbal e pronominal deverá ser na 3ª pessoa, ao usar pronomes de tratamento.
1º caso:
concordância verbal - 3ª pessoa --> porque existe pronome de tratamento.
Exemplos:
Vossa Senhoria nomeará o substituto?
Vossa Excelência conhece o assunto?
2º caso:
concordância dos pronomes possessivos na 3ª pessoa.
Exemplos:
meu _______________1ª pessoa
teu ________________2ª pessoa
seu________________3ª pessoa
* Vosso, Vossa ---> forma direta
* seu, sua ---> forma direta
3º caso:
ao usar pronomes de tratamento, os adjetivos deverão ser flexionados em relação ao gênero da pessoa a quem é dirigida a comunicação.
        A redação oficial não é, portanto, necessariamente árida e infensa à evolução da língua. É que sua finalidade básica – comunicar com impessoalidade e máxima clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira diversa daquele da literatura, do texto jornalístico, da correspondência particular, etc.

sábado, 8 de setembro de 2012

Redação

Redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige documentos. Condena-se portanto, qualquer marca pessoal e subjetiva em textos oficiais.
Formalidade não significa rebuscamento ou prolixidade. Usar palavras adequadas e se expressar com conteúdo respeitoso para o leitor.
O texto deve ser:
Coeso - ligação entre os termos;é de suma importância fator para a estruturação do texto, não deve contradizer partes do texto. Conexão interna entre as partes de um texto. usar de forma correta a gramática.
coerente - ideia clara , relação lógica entre as ideias, complementariedade das informações.
O uso de palavras estrangeiras em documentos oficiais, somente será permitido em dois casos:
1º quando as palavras estrangeiras em documentos oficiais não tenham tradução para o nosso idioma.
2º quando o uso for consagrado.
Obs.: se apareceu palavras estrangeiras em documentos oficiais, devem ser destacadas com (" ") aspas, negrito,itálico ou sublinhado.
Se for necessário fazer remissão a uma Lei, a referência deve ser completa.
A sequencia dos conteúdos deve ser em ordem crescente e com hierarquias bem definidas, obedecendo as pontuações.
Conforme havia citado os conteúdos devem obedecer uma ordem crescente, com hierarquias bem definidas, obedecendo as pontuações.
Exemplos:
Art. 15. À Mesa compete, dentre outras atribuições estabelecidas em lei, neste Regimento ou por resolução da Câmara, ou delas implicitamente resultantes:
I - dirigir todos os serviços da Casa durante as sessões legislativas e nos seus interregnos e tomar as providências necessárias à regularidade dos trabalhos legislativos, ressalvada a competência da Comissão Representativa do Congresso Nacional;
...............................................................................................................................................................
XIV - declarar a perda do mandato de Deputado, nos casos previstos nos incisos III, IV e V do art. 55 da Constituição Federal, observado o disposto no § 3º do mesmo artigo;

Seção II

Da Presidência

Art. 16. O Presidente é o representante da Câmara quando ela se pronuncia coletivamente e o supervisor dos seus trabalhos e da sua ordem, nos termos deste Regimento.
Parágrafo único. O cargo de Presidente é privativo de brasileiro nato.

Art. 17. São atribuições do Presidente, além das que estão expressas neste Regimento, ou decorram da natureza de suas funções e prerrogativas:
I - quanto às sessões da Câmara:
a) presidi-las;
b) manter a ordem;
c) conceder a palavra aos Deputados;
d) advertir o orador ou o aparteante quanto ao tempo de que dispõe, não permitindo que ultrapasse o tempo regimental;

...................................................................................................................................................................
x) aplicar censura verbal a Deputado;
II - quanto às proposições:
a) proceder à distribuição de matéria às Comissões Permanentes ou Especiais;
b) deferir a retirada de proposição da Ordem do Dia;
c) despachar requerimentos;
........................................................................................................................................................................
VII – realizar audiências públicas com segmentos da sociedade civil. (Artigo acrescido pela Resolução nº 19, de 2001)

Art. 21-B. A Ouvidoria Parlamentar é composta de um Ouvidor-Geral e dois Ouvidores Substitutos designados dentre os membros da Casa pelo Presidente da Câmara, a cada dois anos, no início da sessão legislativa, vedada a recondução no período subseqüente. (Artigo acrescido pela Resolução nº 19, de 2001)

As hierarquias se estabelecem por intermédio da conexãõ do texto mediante às pontuações aplicadas nele. Exemplos:
Depois de (:) dois pontos, (;) ponto e vírgula são utilizadas letras minúsculas, somente será permitido letra maiúcula nos casos de nomes próprios.
Artigos ----> incisos ----> alíneas ----> números ----> parágrafos cada qual com sua respectiva simbologia ou devida utilização de números pertinentes ao grau hierárquico.
Quando o texto é extenso é dividido por parágrafos. É utilizado parágrafo único quando o tema abordado tem informação única. Todo início de período utilizá-se letra maiúscula. Somente é caracterizado como período aquele que é finalizado por: ( . ! ? ...) ponto final, exclamação, interrogação ou reticências.
Exemplos:
II - Temporárias, as criadas para apreciar determinado assunto, que se extinguem ao término da legislatura, ou antes dele, quando alcançado o fim a que se destinam ou expirado seu prazo de duração.
Viva intensamente!
O que quer dizer: nível hierárquico?
Algumas pessoas sabem romantizar ...
Toda vez que um número corresponde a uma palavra, este será escrito por extenso, exemplos:
- 2, 4.
Se forem duas palavras será escrito em números, exemplos:
- 34, 65.
Quando o número é escrito por extenso e se tratar de porcentagem, esta também será escrita por extenso, exemplo:
- sessenta por cento
Caso seja escrito por números, a porcentagem utilizará seu símbolo pertinente, exemplo:
- 60%.

sábado, 1 de setembro de 2012

LISTA DE PRETENSÕES DA MULHER


 

 Lista Original

Eu quero um homem que...

1.. Seja lindo,

2. Encantador,

3. Financeiramente estável,

4. Um bom ouvinte,

5. Divertido,

6. Em boa forma física,

7. Se vista bem,

8. Aprecie as coisas mais finas,

9. Faça muitas surpresas agradáveis,

10. Seja um amante criativo e romântico.

 

Lista Revisada aos 32 Anos

Eu quero um homem que...

1. Seja bonitinho,

2. Abra a porta do carro

3 Tenha dinheiro suficiente para jantar fora com certa frequência

4.. Ouça mais do que fale,

5. Ria das minhas piadas,

6. Carregue as sacolas do mercado com facilidade,

7. Tenha no mínimo uma gravata,

8. Lembre de aniversários e datas especiais,

9. Procure romance pelo menos uma vez por semana.

 

Lista Revisada aos 42 Anos

Eu quero um homem que...

1. Não seja muito feio,

2. Espere eu me sentar no carro antes de começar a acelerar,

3. Tenha um emprego fixo

4. Balance a cabeça enquanto eu falo,

5. Esteja em forma ao menos para mudar a mobília de lugar,

6. Use camisetas que cubram sua barriga,

7. Não compre cidra achando que é champagne,

8. Se lembre de abaixar a tampa da privada (já tá bom, né? Esquece o Romance...)

 

Lista Revisada aos 52 Anos

Eu quero um homem que...

1. Corte os pelos do nariz e das orelhas,

2. Não coce o saco nem cuspa em público,

3. Não sustente as irmãs, nem as filhas do primeiro casamento

4. Não balance a cabeça até dormir enquanto eu estou reclamando,

5.. Não conte a mesma piada o tempo todo.

 

Lista Revisada aos 62 Anos

Eu quero um homem que...

1. Não assuste as crianças pequenas,

2.. Ronque bem baixinho quando dorme,

3. Esteja em forma suficiente para ficar de pé sozinho,

4. Use cueca e meias limpas

 

Lista Revisada aos 72 Anos (a melhoor ! )

Eu quero um homem que...

1. Respire,

2. Lembre onde deixou seus dentes

 

Lista Revisada aos 88 Anos

Eu quero um homem que...

1. O que é um homem, mesmo ??? Deus que me livre disso!!!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

"Imaginário"


Por “imaginário” entendemos um conjunto de

imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou

parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros

grupos humanos e com o universo em geral. Todo

imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser

confundido com imaginação, atividade psíquica individual.

Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de

imaginações. Obviamente estas também se manifestam em

quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada

indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de

seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o

denominador comum das imaginações, o imaginário as

supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável

(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria

imaginação.

Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação

entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo

que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a

realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a

primeira os elementos que na longa duração histórica

podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as

formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.

Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as

sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à

realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados

pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de

um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem

mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre

tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca

sua atenção em um passado indefinido para explicar o

presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no

futuro as experiências históricas do grupo – concretas e

idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira

modalidade, que parte do presente na tentativa de

antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um

passado idealizado, é utopia.

Naturalmente os limites entre essas formas de

imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam

historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma

delas acaba por assumir as funções das outras. Diante

disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação

genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,

utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.

O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,

produtora e produto de seus imaginários. Logo, a

verdadeira história, aquela que considera o homem na sua

complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre

a realidade vivida externamente e a realidade vivida

oniricamente. (...)

(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país

imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).

 
 

 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

misabellC search

Pesquisa personalizada