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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Posso imprimir o livro eletrônico?


Posso imprimir o livro eletrônico?
Você pode imprimir a maioria dos livros eletrônicos da Biblioteca Virtual Books, desde que respeite o layout do livro eletrônico e o titular do copyright.
Todas as edições da Virtual Books têm uma nota de copyright, com a menção da fonte digital em que se baseia, exibindo também o nome do responsável pelo copyright claramente identificado nos arquivos quanto à procedência, podendo o titular ser acionado através de e-mail ou correspondência.

Para ler os livros eletrônicos


Como leio um livro eletrônico?

Para ler os livros eletrônicos no formato PDF da Virtualbooks, você deverá instalar em seu computador os programas Acrobat Reader e o descompactador WinZip (o mais popular) ou outro similar.
Parte dos arquivos que você baixa da Biblioteca Virtualbooks chegam com a extensão zip. Trata-se de um formato de compressão, que deixa o arquivo menor e, portanto, torna o download mais rápido.
Após instalar os dois programas: Acrobat Reader e o WinZip, você só terá que copiar os livros eletrônicos da Biblioteca Virtualbooks e clicar neles, que abrirão automaticamente.
Temos tutoriais que ensinam passo a passo como proceder:»Como instalar Acrobat Reader»Como abrir um arquivo zipado»Como fazer download
Os programas grátis:»Para abrir os livros: WinZip»Para ler os livros: Acrobat Reader
Boa Leitura!

O que é um Livro Eletrônico


O que é um livro eletrônico?

Livro eletrônico, ou e-book, é um livro digital que você pode ler em uma tela de computador. Alguns livros eletrônicos também podem ser lidos em um dispositivo eletrônico como em qualquer lugar com os HandHelds como os PocketPCs, WinCE, Palm.
As vantagens são inúmeras: os livros eletrônicos podem ser baixados instantaneamente pelos usuários num clique de mouse (por meio de download). É de fácil manipulação. Durante a leitura, por exemplo, a ampliação do tamanho de letra, a possibilidade de criar anotações ao longo do texto e os recursos de pesquisa de palavras e uma série de recursos que vem sendo desenvolvido a cada dia.

Revisão analítica da biblioteca do futuro


Revisão analítica da biblioteca do futuro

Karen M. DrabenstottCeleste M. Burman

Resumo

Originalmente na forma de citações de consagrados autores norte-americanos, pontuando os mais significativos temas sobre a biblioteca do futuro, em um período de dez anos (1983-1994), este riquíssimo estado-da-arte é agora traduzido e condensado em língua portuguesa e devidamente autorizado pelo Council on Library Resources (CLR), de Washington, D.C., USA. Para maior alcance desta matéria emergente, adotou-se uma fala pessoal, didática e interpretativa, obedecendo, porém, à orgânica do original, na ordem a saber: introdução, visão do futuro, definições de bibliotecas digitais; publicação impressa versus digital, aplicações e instrumentos de acesso à informação tecnológica; editoração, papéis e motivação dos atores e projetos no sistema digital; projetos e bibliotecas do futuro, incluindo o perfil do bibliotecário de referência e o papel das escolas de biblioteconomia; para onde vão as bibliotecas na virada do século e um senso de urgência. Finda-se com uma bibliografia e um índice conjugado de autores e assuntos. Palavras-chaveBiblioteca do futuro; Biblioteca digital; Biblioteca virtual; Estado-de-arte (1983-1994); Citações de autores norte-americanos; Tradução/condensação/português.

COMO AJUDAR UMA PESSOA?




Certa vez um rapaz estava observando uma lagarta num processo de transformação em borboleta. Ficou encantado e comovido com a força que aquela borboleta fazia para livrar-se das amarras de lagarta e assim poder voar e colorir nossas vidas. Vendo que ela se debatia e fazia uma força enorme resolveu lhe ajudar. Pegou uma pequena tesoura e cortou as amarras da lagarta libertando assim aquela nova borboleta. Para seu espanto a borboleta caiu no chão e nunca mais levantou. Não conseguia abrir suas asas para voar e logo foi devorada pelas formigas. O que aconteceu? Na tentativa daquele jovem de querer ajudar a borboleta ele estragou tudo. A força que ela fazia era necessária para fortalecer suas asas e depois poder voar. Como não fez força nenhuma, pois ele a ajudou, suas asas ficaram fracas e ela não conseguir voar. Morreu. Muitas pessoas se compadecem de outras e na tentativa de ajudá-las, estragam tudo. Quantos pais que não querem que seus filhos passem trabalho e lhe dão tudo. Ora, passar trabalho é fortalecer as asas dos seus filhos para que depois eles possam fazer o vôo das suas vidas. Quantos patrões estragam seus funcionários facilitando tudo. Quantas pessoas rezam para que Deus resolva todos os seus problemas, quando na verdade os problemas são a grande escola da vida. Com os problemas e dificuldades nós aprendemos e nos tornamos mais fortes. Como ajudar uma pessoa? Resolvendo seus problemas ou lhe ensinando a resolver? Cada pessoa deve fazer sua caminha e aprender a subir sua escada da vida. Cada degrau que subimos é um aprendizado. Se você pega uma pessoa e já a coloca nos degraus de cima vai faltar-lhe base. No primeiro desafio ela não sabe como fazer. A melhor maneira de ajudarmos uma pessoa é ensinando-lhe a caminhar, a buscar, a resolver, a lutar. Ajudá-la a encontrar O SEU CAMINHO, A SUA MANEIRA DE FAZER. Sentir pena e fazer por ela não é ajudar, É ESTRAGAR E O MUNDO ESTÁ CHEIO DE PESSOAS ESTRAGADAS. Reflitam nisso. Um abraço
Adroaldo Lamaison

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Declaração dos Direitos Humanos



A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem.


A Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos Humanos
como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A música


A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas) constitui-se basicamente de uma sucessão de sons e silêncio organizada ao longo do tempo. É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Actualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.
A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapeutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.

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